É um princípio da Física: " a uma acção corresponde sempre uma reacção". E as "más acções" vêm aí sem que muitos se apercebam dos estragos que vão causar à vida dos cidadãos. Tem que haver reacção contra estas gorduras.
Intitula-se de jornalista , mas vendo bem, i.e., lendo bem mais parece um vulgar opinador. Para isso, estamos cá nós, porque não existe o preciosismo... se percebo o que é jornalismo, o artigo (?) deste "corcunda" não respeita os parâmetros. De resto, nem sabia que este indígena existia... vale a pena ler em diagonal, a direito não há hipótese nem paciência.
"Entre as empresas que Marques Mendes entende que devem acabar estão a Parque Escolar e 13 serviços integrados no Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território."
De facto, M&M apercebeu-se de que o corte na despesa é muito complicado para este governo e daí a sua sugestão, porque eles só sabem tratar da receita. Convenhamos que um corte na agricultura pode fazer vacilar a tal super-ministra...
É um optimista nato e veio acudir ao governo com uma pequena achega :
“Há túnel e há luz, mas o pior que nos podia acontecer era vacilar a meio caminho”, referiu, considerando que é preciso “muita coragem e nervos de aço para governar nas actuais circunstâncias”.
Armou-se em bombeiro na tentativa de apagar fogueiras (tambem internas...). É um castiço, é de ficar com os cabelos em pé...
O destemido ministro foi à Líbia para resolver o conflito. Esta acção ( das primeiras entre os rivais europeus) vem-lhe dos tempos da marinha... enfim, preparação militar. E, mais, conclui que os empresários portugueses podem regressar ao deserto , o ambiente está propício para o negócio...