sexta-feira, 4 de julho de 2014

O verdadeiro objectivo dos 'planos de resgate'




A propósito da entrevista que não se chegou a concretizar, o sr Guedes "apenas disse que não lhe cabia comentar as recusas dos colegas e que devíamos continuar a tentar" - foi exactamente a forma de se descartar do incómodo. Claro que o sr Guedes não se pode comparar ao seu antecessor, um tal de Relvas, que como se sabe e de má memória, era um desastrado.
É curioso que a srª Luís e um tal das Moedas se tivessem esquivado, porque eles sabem bem que seriam encravados num beco, confrontados com as perguntas do “impecilho”...
Para "Harald Schumann, editor do diário berlinense Tagesspiegel, e autor do livro A Armadilha da Globalização", algo se passou atrás das cortinas, pois os visados não queriam ser exibidos com críticas negativas da sua "especial" governação e parece que alegaram, camufladamente, que o jornalista alemão era homem de má fama...
Compreende-se, porque segundo Harald Schumann “ o ajustamento está organizado de uma forma opaca, por vezes arbitrária ou até ilegal. Os seus responsáveis sabem-no, e pretendem evitar perguntas críticas.”
Como se percebe, os bancos cometeram asneiras da grossa e foram as populações que arcaram com as consequências e com o sofrimento.
Valha-nos este último do sr Salgado que está bem e recomenda-se...

2 comentários:

Rogerio G. V. Pereira disse...

...mas ou muito me engano
ou o objectivo
não vai ser atingido

há mais um banco, manco

jrd disse...

A moscambilha faz~se atrás dos panos e o Guedes não conta para nada.